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Com as linhas triangulares, inspirada no principio da engenharia de treliças, que dá forma ao quadro da sofisticada AstanBike, nasce o design da primeira bicicleta brasileira sustentável e ecológica, produzida da fibra de madeira de oiticica, criada em 2014 pelos designers capixabas, Guilherme Pella e Nícolas Rutzen. Um produto com conceito contemporâneo, inspirado no minimalismo atual e nas linhas orgânicas remetendo à formas naturais e à fibra.

A AstanBike “resgata a integração entre o homem e o meio ambiente. Além da grande beleza e inovação no design.” Afirma Guilherme Pella, CEO e sócio-diretor da marca.

A bicicleta é lançada num momento onde o consumidor pede, cada vez mais, por produtos ecológicos que estejam alinhados com design e funcionalidade. “Os produtos sustentáveis e reciclados não podem mais ter aquela aparência de lixo reaproveitado. Pelo contrário, a beleza está na utilização de produtos orgânicos e de reciclagem numa ambientação e design que passa por um lifestyle”, comenta Nicolas Rutzen, CPO responsável pela AstanBike.

A partir da escolha da madeira é feito todo o processo de preparação da fibra da madeira para o corte das peças em, como um grande quebra-cabeças, seguido pelo processo de revestimento da lâminas, utilizando resina de mamona vegetal, 60% menos tóxica em relação a resina epóxi e com uma maior poder de impregnação na madeira, potencializando a vida útil da estrutura, protegendo contra radiação solar e intempéries, razão da alta resistência do produto e sua estrutura de construção. O quadro oco permite a bicicleta leveza tanto em suas linhas de desenho quanto no aspecto físico, com peso total bruto entre 8 e 10 quilos contra os 15 a 18 quilos das tradicionais em alumínio. Mas a Astan não para e continua investindo em inovação e tecnologia. “Nosso desejo é chegar a uma Astan pesando de 3 a 7 quilos.” Afirma Guilherme.

Das sobras para produção dos quadros, as fibras são utilizadas pra produção dos descansos, pedais, acessórios e chaveiros com o desenho do quadro, gerando um aproveitamento cerca de 80 a 90% da sobra do corte. Guidões e garfos são laminas prensadas com angulação e ergonomia apropriadas para atender a resistência perfeita e confortabilidade do usuário.

Todo nosso processo se inicia na escolha dos matérias, como nosso caso é 90% madeira, pesquisamos bastante ao longo de um ano vários tipo de madeira, como mogno e bambu, que são utilizados na maior parte das bicicletas em fibras naturais no mundo. A escolha da Oiticica, madeira de lei utilizada na fabricação do produto, veio por diversas razões, dentre elas ser uma árvore abundante, não estando em extinção, além de ser uma madeira nativa do Brasil, mais
predominantemente no norte e nordeste do pais. Na sequencia selecionamos as madeireiras com selos e certificação. Todo processo é cuidado e pensado para proporcionar um controle qualificado da cadeia produtiva.

Para produção de cada Astan usamos menos que 1% de uma árvore. O que significa que uma árvore de oiticica tem capacidade para produzir 120 bicicletas. Ainda assim está nos planos da Astan criar um
programa de replantio de árvores de Oiticica. Para cada AstanBike vendida a empresa vai plantar uma árvore de oiticica. “Ao replantar uma nova árvore para cada bicicleta vendida, estamos falando em um fator de mais de 100 vezes de reflorestamento.” Destaca o designer Nicolas.

Design, Tecnologia, Sustentabilidade e Inovação é o que está na base do conceito e visão da AntanBike e seus criadores. É a concepção do futuro, resgatando
a integração entre o homem e o meio. “Engajamento e visão de futuro que corre no sangue de um Astaniano.” Diz no release da AstanBike

Para Guilherme, o design é algo vital para transformação social. “Vejo design em tudo, independente da crença que cada um tem, fomos de alguma forma moldados, como fruto de um design. Me impacta muito quando designers pelo mundo criam projetos que ajudam a superar problemas, para enchentes, falta de água ou campos de refugiados, por exemplo. O design não resolve apenas problemas de um produto físico mas se expande para todas as áreas da vida. Acredito que o design deveria ser ensinado nas escolas desde o ensino fundamental. Pois, entendo que isso ajudaria a esses indivíduos a se tornarem jovens e adolescentes com maior capacidade e potencial de resolver seus problemas, maior facilidade e habilidade instrucional, em qualquer esfera da sociedade.”

Enquanto falava da AstanBike inevitavelmente se reflete quanto a design, sustentabilidade e responsabilidade social. E a conversa com o Guilherme, CEO da Marca, só reforça a visão e o comprometimento da empresa. “Acredito que o peso que o design como agente social é enorme pois, pode ser um líder a frente desse campo. Design para mim é solução de problemas. Design é política e pode contribuir para mudanças sistêmicas nas cidades. Vejo o design como uma chave para um futuro agora porque ele tem a capacidade de unir interesses, disciplinas em um objetivo comum, multidisciplinar, um agregador com potencial para fazer um pacto para atrair uma nova era para o Brasil e o mundo de mudanças que podem impactar de fato na qualidade de vida das pessoas.”

A AstanBike já nasce moderna e certa do seu comprometimento. Enxergando que sua postura ética contribuir para economia criativa local e gerar automaticamente impactos sociais e econômicos reais para o seu estado. Como bem disse Guilherme “design no meu estado é como um diamante bruto a ser lapidado.”

A marca é o resultado de investimento, abnegação, resiliência, criatividade e inovação. Já é uma referência em no estado e, só isso, já uma super vitória. Estão inspirando jovens, estudantes de design a não enterrarem seus sonhos e projetos. Acreditando que o design tem o poder gigantesco de mudar as coisas.

A Astan só está a venda pela internet no momento. Aos amantes das bicicletas, do design, do estilo e da ecologia, a empresa está dando um desconto de lançamento de 20%, que pode ser encontrada em www.astan.co

Vida longa a AstanBike.

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Está chegando ao Brasil a Dooper UP, uma garrafa para água 100% sustentável. Nascida na Holanda em 2010 a Popper é uma empresa B certificada. Fazem parte do um movimento global das chamadas empresas B, no qual pessoas se utilizam da força dos negócios para causar impacto positivo.

Captaneada pela holandesa radicada no Brasil, Ellen Sluis, o projeto nasceu em 2015 de um encontro inusitado no Brasil com o CEO e fundador da Dopper Merijn Everaarts. “Inicialmente a ideia era trabalhar em parceria com projetos urbanístico-ambientais com foco na gestão de resíduos, poluição, no complexo do alemão” lembra Ellen. A ideia acabou não avançando e ela, se tornando embaixadora da Dopper no Brasil.

Da vinda para o Brasil, durante as olimpíadas, a princípio para chamar atenção a respeito do lixo marinho, acabou nascendo a idéia de produzir o produto aqui. Projeto pioneiro para empresa que ainda concentra toda a sua produção na Holanda.

A empresa tem como foco, a redução do descarte de plástico e o aumento do consumo de água filtrada, tanto para o consumidor final quanto em comunidades carentes.

Segundo Merijn “A Dopper é uma empresa social e nós estamos aqui para causar um impacto positivo, não pensamos somente no lucro. Ainda há muito a se fazer em relação ao conhecimento sobre a poluição do uso de plástico descartável e o acesso à água limpa no Brasil, por isso esse país é tão interessante para a Dopper, que tem a missão de levar mensagens de consciência ambiental. Foi muito difícil para mim imaginar que um país como o Brasil, que tem uma das maiores reservas de água doce no mundo, ainda não consegue abastecer uma parte da população com água filtrada.”

A privatização da água engarrafada em plástico causa impactos irreparáveis desde as fontes, passando pela água que bebemos até os oceanos. É urgente repensar de forma circular essa lógica. Ainda segundo Merijn, “a água da torneira não está disponível em todos os lugares ao redor do planeta, nem mesmo no Brasil, que conta com a maior reserva de água doce do mundo, e ainda assim, não há consciência suficiente sobre a poluição de plástico.” Por essa razão 5% de todos os rendimentos brutos obtidos com as vendas das garrafas são reservados a Fundação Dopper, que tem a missão de oferecer acesso à água filtrada para o máximo de pessoas no mundo, fornecer educação, por meio de palestras, seminários e atividades externas, como também investir os projetos de água e saneamento no Nepal, em comunidades remotas com escassez de água potável. Olhando do ciclo da água da fonte ao consumo e trabalhando para a fim do uso da água envasada em plástico. Além disso através do Dopper Academy, a empresa investe em pesquisadores pelo mundo que trabalham com pesquisa sobre lixo marinho, consumo consciente, impacto do plástico, a exemplo do investimento em uma pesquisa com uma bactéria capaz de digerir as moléculas do plástico o transformando em biodegradável.

Com o projeto do crowdfunding a Dopper está chegando ao Brasil, inovando com o primeiro produto fabricado fora do seu país de origem e a primeira Dopper feita a partir de plástico reciclado. Preocupada com todo o seu ciclo de produção, a fabricação da garrafa está estabelecendo toda uma lógica de produção, desde a coleta do resíduo. Estabelencendo parcerias com coletivos e cooperativas de coleta, passando pela rastreabilidade da resina necessária para produção de produtos em contato com alimentos, certificação, até a conscientização social, educação ambiental para limpeza de rios e oceanos e redução da poluição das águas.

“Desde a vinda da Dopper para o Brasil, tive vontade de implementar o projeto da Dopper por completo aqui e fazer uma inovação no material da garrafa, fazendo ela a partir de PET reciclada. Iniciamos o crowdfunding para esse projeto se tornar realidade aqui no Brasil.” Diz Ellen.

A Dopper não quer ser apenas qualquer garrafa de plástico, quer ser uma marca com uma missão. E tem o objetivo alcançar um mundo em que as pessoas sejam conscientes do meio ambiente em que vivem, onde a quantidade do uso de plástico descartável seja reduzida, e onde todos, próximos e distantes, tenham acesso à água potável. É por isso também que a Dopper é uma B Corporation. “nós não queremos apenas ser os melhores do mundo, mas especialmente o melhor PARA o mundo.”

Na visão do seu fundador “O design pode mudar qualquer coisa. Eu me inspiro no design e eu acho que fazendo belos produtos de design, que são feitos com e para um mundo consciente. Podemos inspirar as pessoas a utilizar apenas esses produtos na vida diária.”

É hora de nos engajarmos coletivamente e contribuirmos para o inicio da produção da Dopper no Brasil. Vamos com a gente?

Crowndfunding: www.benfeitoria.com/dopperup
Site Oficial: www.dopper.com.br

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O fundador do DESIGN PARA VIDA, Anderson Falcão, participa da próxima edição da Feira Viva, evento que integra a programação da São Paulo Design Weekend 2017. A convite ADP – Associação dos Designers de Produto com apoio institucional do IED – Instituto Europeu de Design, um importante tema ambiental será debatido – “Madeira, o diamante de um futuro próximo”, com as participações do designer Hugo França, do botânico e paisagista Ricardo Cardim, do agricultor e especialista em manejo Patrick Assumpção, e Anderson Falcão, sob mediação de Natasha Schlobach. A mesa ocorre no dia 12 de agosto, sábado, às 15h30, durante a Feira Viva, no auditório do Parque da Água Branca.

Após o grande sucesso da primeira edição, realizada no Mube, a Feira Viva edição de Inverno apresenta alimentos com inspiração na história de ocupação do homem através dos tempos, em diversos territórios Brasil adentro, ligados ao nascimento da civilização com a descoberta do fogo, opondo o cru ao cozido.

Durante um dia inteiro, produtores rurais expõem seus produtos na feira livre aberta ao público. O consumidor tem a oportunidade de comprar direto do produtor e experimentar pratos da alta gastronomia preparados por chefs renomados, que também participam de painéis.

Feira Viva
www.feiraviva.com.br
Local: Parque da Água Branca, Avenida Francisco Matarazzo, 455
Data: de 12 de agosto, sábado
Horário: das 10h às 21h
Entrada livre

Fonte: ww.ied.edu.br

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Nesta quarta-feira, 05 de julho, o programa Roda Baiana, na Rádio Metrópole FM, Salvador, recebeu os Designers Anderson Falcão, fundador do Design para Vida, Nemo Sampaio e o arquiteto e designer Manuel Bandeira conversando sobre design, aspectos do oficio, papel social do designer e sobre o Design para Vida, num papo descontraído dirigido pelo radialista, produtor, diretor teatral baiano e diretor da Fundação Gregório de Matos Fernando Guerreiro.

Confira aqui o Programa na íntegra.

 

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Estão abertas até o dia 06 de agosto, as inscrições para o 31º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira. Categorias: Construção, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Têxteis, Transportes, Utensílios e Trabalhos escritos.

“O MCB, dedicado à preservação da memória da cultura material brasileira, introduziu de forma pioneira essa avaliação prospectiva com o Prêmio Design. A longevidade da premiação revela um importante histórico da produção de design no país, em busca de sua identidade, solidificando caminhos indicados e revelando novos atores”, diz Miriam Lerner, diretora geral do MCB.

Criado em 1986, o Prêmio Design MCB tem como principal objetivo valorizar a atuação dos profissionais do design junto à indústria brasileira, incorporando uma ampla gama de ações no campo de atuação do design.

Inscrições
O regulamento está disponível no site do MCB e as inscrições devem ser feitas a partir do dia 20 de junho, também pelo site. Cada participante pode concorrer em quantas categorias quiser, com diferentes trabalhos, e a autoria dos projetos pode ser individual ou em grupo. O valor da taxa de inscrição é R$ 85, com desconto de 50% para estudantes e de 20% para associados da ADP, Abedesign e Abimo e assinantes da Revista L+D.

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Copos de plástico convencionais derivados de petróleo são altamente convenientes, mas não são amigáveis ao meio ambiente. Depois de descartados, eles acabam nos aterros sanitários como a maioria dos materiais não recicláveis. Estima-se que 2,5 bilhões de copos descartáveis ​​são jogados fora a cada ano. As designers industriais Chelsea Briganti e Leigh Ann Tucker que se conheceram enquanto frequentavam a Parsons New School for Design, em Nova York acreditavam que tinha que haver uma maneira melhor para resolver esse grave problema do descarte dos copos plástico.

Como disse uma vez Platão: “A necessidade que é a mãe da invenção“, então as duas designers fizeram algo que ninguém tinha pensado, desenvolveram copos comestíveis em uma variedade de sabores como uma alternativa sustentável aos copos plásticos descartáveis e criaram uma marca chamada:

Chelsea e Leigh passaram mais de três anos desenvolvendo a receita do Loliware. Os copos são biodegradáveis, comestíveis e feitos de 6 ingredientes naturais entre eles ágar, gelatina é um derivado de algas marinhas. Os copos podem conter bebidas e sobremesas durante mais de 24 horas e tem um período de vida útil de três meses.

Imagine tomar seu café, cerveja gelada, suco, chá ou um delicioso sundae servido no copo Madagascar Vanilla, ou uma margarita em um copo Citrus! O Loliware é uma deliciosa alternativa para os copos descartáveis ​​destinados ao aterro sanitário. Eles se decompõe no solo em 60 dias e servem como adubo, mas se o copo acabar em um curso de água, ele vai simplesmente se dissolver! O Loliware é 100% livre de OGM, vegano e feito com ingredientes orgânicos isentos de glúten.

Como nasceu a Loliware

A invenção das duas designeres foi estimulado por seu amor ao Jell-O, uma sobremesa à base de gelatina. Chelsea e Leigh entraram em uma competição do Jell-O em 2010 e foram inspiradas em utilizar o Jell-O como uma sobremesa moldada. Como designers industriais, as duas amigas queriam fazer algo mais funcional, no entanto, e começaram a desenvolver copos coloridos e translúcidos que podiam ser ingeridos após o uso ou compostados.

Elas finalmente encontraram um substituto da gelatina pelo ágar à base de algas marinhas pela sua natureza estrutural, sabor e de uso vagano. o ágar é insípido e inodoro e pode ser aromatizado em uma variedade de formas.

O primeiro sabor que elas fizeram para seus copos foi o de Citrus porque ele combina com muitas bebidas de verão, mas atualmente, um de seus copos best-sellers em Nova York e Los Angeles é aromatizado com chá verde de matcha. Outros sabores incluem cereja ácida e baunilha de Madagascar. Chelsea e Leigh usam adoçantes naturais, ingredientes orgânicos e a cor e sabor são derivados de frutas e legumes. Os copos tem sabor de fruta embora menos doces.

Quando a fabricante de vodka Absolut fez a encomenda de 60.000 copos de ágar para uso em um concerto ao ar livre, as designers perceberam que esse projeto poderia se transformar em um negócio. Chelsea e Leigh formaram uma parceria para avançar e levantaram mais de US$ 10.000 através de uma campanha em 2011 no Kickstarter mas na época sua empresa se chamava Jelloware.

Depois de levantar mais dinheiro, as duas designers estão agora vendendo seus copos comestíveis e estão pensando em expandir a sua linha de produtos como uma garrafa de ágar.


Na Bulgária Start-up apresenta copos comestíveis como uma outra alternativa para substituir copos e reduzir os resíduos plásticos.

O novo copo incorpora várias das tendências que preocupam as empresas do setor de alimentos, como a atenção cada vez maior dos consumidores com o impacto ambiental dos produtos que consomem e a busca por simplicidade.

Empresas iogurte e restaurantes de café estão buscando maneiras de reduzir as pegadas deixadas pelas suas embalagens, e muitos restaurantes e operações de serviços de alimentação estão usando materiais recicláveis em seus negócios.

Fonte: Estadão e Estylo Urbano

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Biblioteca Kandinsky da França, disponibilizou para download gratuito alguns livros da Escola Bauhaus, são 9 publicações em formato pdf, um marco importante na digitalização de publicações essenciais, porém difíceis de se obter para o uso público.

O conjunto deste material em alta qualidade tem cerca de 1 GB, caso tenham interesse em fazer o download de todo material disponibilizado em um único arquivo ZIP, basta clicar aqui.

Ou se preferir baixar um a um em PDF, clique aqui.

Um dos aportes mais valiosos para o mundo do design certamente se deu pelas contribuições da Escola Bauhaus, que foi fundada em 1919 na cidade de Weimar, Alemanha, pelo arquiteto alemão Walter Gropius. Seu objetivo central era um conceito radical para época: reimaginar o mundo material para refletir a singularidade de todas as artes.

Gropius explicou sobre esta visão da união de artesanato, arte e tecnologia no Programa des Staatlichen Bauhauses Weimar (1919), que descreveu uma aliança que combina arquitetura, escultura e pintura em uma única expressão criativa. Gropius desenvolveu um currículo que faria artesãos e designers serem capazes de criar objetos úteis e bonitos, adequados a este novo sistema.

Para aqueles que não sabem, o design gráfico e o design industrial foram desenvolvidos na escola Bauhaus, como a chamada arquitetura moderna. Apesar de ter durado apenas 14 anos (os nazistas a fecharam em 1933), é considerada a escola mais influente da arte do século 20.

Na Bauhaus alunos participavam de aulas de metalurgia, cerâmica, carpintaria, impressão gráfica, publicidade, fotografia, escultura em pedra e madeira, pintura em paredes e até mesmo teatro.
Existem livros sobre arquitetura, fotografia e até mesmo jornais Bauhaus. Estas jóias foram escritas pelo pintor russo Kazimir Malevich, o arquiteto holandês e modelador Jacobus Oud e até mesmo pelo fundador da escola, Walter Gropius.

Durante os anos da Segunda Guerra Mundial, muitas das figuras-chave da Bauhaus emigraram para os Estados Unidos, onde o seu trabalho e as suas filosofias de ensino influenciaram gerações de jovens arquitetos e designers. Marcel Breuer e Josef Albers lecionou em Yale, Walter Gropius foi para Harvard, e Moholy-Nagy criou a New Bauhaus em Chicago, EUA, em 1937.

Download completo, clique aqui.

Arquivos Separados Individualmente, clique aqui.

Fonte: Model Home Magazine 

 

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O Tema da 19ª edição do evento é “Visões do Amanhã”. Uma oportunidade para apresentar propostas que influenciem a industria a pensar em projetos que possam proporcionar a melhoria da saúde e qualidade de vida das pessoas, usando o design como agente de transformação para desenvolvimento econômico, social e ambiental sustentável.

Concurso proporciona aos vencedores um ano de estágio na área de Design da Volkswagen do Brasil.  As inscrições vão até 02 de julho e a Premiação ocorrerá em 10 de outubro.

A Volkswagen inicia nesta semana as inscrições do concurso “Talento Design”, que oferece aos vencedores a oportunidade de estagiar por um ano no departamento de Design da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP), vivenciando e participando do dia a dia dos profissionais que desenvolvem os automóveis da marca. As inscrições foram abertas nesta segunda-feira 22 de maio e podem ser realizadas até o dia 02 de julho – o estudante deverá fazer o download da ficha cadastral pelo site www.volkswagen.com.br/design e encaminhá-la, preenchida e com um memorial descritivo do projeto, para o e-mail talentovwdesign@volkswagen.com.br.

O concurso destina-se aos estudantes universitários, maiores de 18 anos, matriculados em 2018 no último ano do curso de: Desenho Industrial com habilitação em Projeto de Produto e/ou Programação Visual; ou Design de Produto; ou Design Gráfico; ou Design de Interiores e Acabamentos; ou Moda; ou Arquitetura em Instituições de Ensino Superior registradas no Ministério da Educação (MEC).

O tema da 19ª edição do evento é “Visões do Amanhã”, que desafia os candidatos a imaginar como será um novo modelo Volkswagen que valorize a conexão do homem com a natureza e com a tecnologia em um futuro próximo.

Shape Design e Color&Trim

O “Talento Design” oferece quatro vagas de estágio em duas modalidades: Shape Design (três vagas) e Color&Trim (uma vaga). A categoria Shape Design é a área do design que desenvolve novos conceitos estéticos do produto, aliando-os diretamente com sua funcionalidade e a integração com os anseios do consumidor.

Os profissionais de Color&Trim cuidam sobretudo de potencializar a inter-relação de usuário e automóvel. Entre suas atividades estão o desenvolvimento de cores e acabamentos para externos e internos, elaborar figurinos para bancos, revestimentos, logotipos e apliques gráficos e texturas para diferentes superfícies.

Na primeira etapa do concurso, serão selecionados 20 projetos de Shape Design e 10 de Color&Trim, cujos autores farão uma visita à fábrica da Volkswagen, onde passarão por entrevistas e provas de aptidão. Do grupo inicial, serão escolhidos 10 finalistas de Shape Design e cinco de Color&Trim, que no dia 10 de outubro farão defesa final de seus projetos e a apresentação dos protótipos.

Fonte: www.vw.com.br 

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E se…

E se pudéssemos melhorar o mundo, de forma simples e objetiva através de uma ferramenta que propiciasse uma melhor condição de vida para as pessoas? Aperfeiçoar a condição humana, hoje tão complexa e desafiadora, através de uma ciência chamada “Design” é o que acredita ser o possível o “Projeto Design para Vida”

Nosso propósito:

Capacitar pessoas e projetos os qualificando através do design, para então gerar impacto social. Atuamos em 3 pilares através de ciclos de palestras, conferências bienais e execução de projetos.

No que acreditamos:

Que o design é um elemento real, presente na sociedade contemporânea que agrega valor a bens e serviços e desencadeia um processo de estímulos que reflete na saúde e na vida das pessoas, os conectando através do design.

Acreditamos no design como ferramenta estratégica capaz de proporcionar inovação, mudança de comportamento e a criação de um ambiente fértil na busca pela melhoria da saúde e qualidade de vida das pessoas.

 

O que propomos:

Refletir o papel do design na vida humana e sua contribuição revolucionária para gerar ações que transformem o mundo. Pensar o design como um agente de mudanças para um desenvolvimento econômico, social e ambiental sustentável.

O que queremos de você:

Te convidar para debater e pensar o Design como ferramenta de transformação social.

Então…

É nessa perspectiva que nasce o Design para Vida, gerando reflexão e ação para o desenvolvimento, onde a inclusão econômica e social são aspectos essenciais nos processos de produção para uma economia moderna e criativa.

Você é muito importante nessa caminhada. Vamos juntos?

Por que se inscrever na Conferência Design para Vida, Edição São Paulo 2017

12 palestras distribuídas em 3 dias de conferência
Palestrantes, nacionais e internacionais, de instituições pioneiras e inovadoras do Brasil e do mundo.
Pensar  o Design e seu papel transformador para sociedade
Um ambiente de intercâmbio e oportunidade para abrir horizontes
Pra você que leva o “Porque” a sério.

Participações já Confirmadas

GABRIEL PORTELA (BRASIL)
FLORENCIA FERRER (ARGENTINA/BRASIL)
CHRISTIAN ULLMANN (ARGENTINA/BRASIL)
DANIEL WITECY GOLDFINGER (ALEMANHA / BRASIL)
HILAINE YACCOUB (BRASIL)
ANA LAURA GOMES (BRASIL)
CHERYL HELLER (EUA) On-Line
CLEOMAR ROCHA (BRASIL)
NEMO SAMPAIO (BRASIL)
ANTÓNIO DA CRUZ RODRIGUES (PORTUGAL) On-Line
BEATRIZ LUZ E KAREN CESAR (BRASIL)
RICARDO MARTINS (BRASIL)
ANDREA MACRUZ (BRASIL)
ANDERSON FALCÃO (BRASIL)

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Andrea Macruz é formada em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, e concluiu o mestrado em Arquitetura Biodigital na Universitat Internacional de Catalunya (ESARQ-UIC), em Barcelona. Trabalhou em alguns escritórios de arquitetura, incluindo o de Massimiliano Fuksas Architetto, em Paris e o Marcio Kogan, em São Paulo. Além disso, expôs trabalhos em eventos internacionais como a Brazil S/A, o “Salone Satellite” na feira do Móvel em Milão em 2015 e 2014, a feira MADE a Milano e a Bienal de Arquitetura de Pequim de 2008.

Está entre os Palestrantes da Conferência Design para Vida, Ed. São Paulo, 2017

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