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Dia 25/10, às 19H, o Ciclo de Ideias do Desing Para Vida, 2018 recebe o Designer, Fundador do Design para Vida Anderson Falcão para o bate-papo do mês de outubro com o tema “Design para Vida. Design, Educação Desenvolvimento“. baiano, designer por descendência, vocação e formação. Formado em Comunicação Social, é mestrando em Artes Visuais/Design pela EBA-Escola de Belas Artes da UFBA – Universidade Federal da Bahia. Atua no planejamento de projetos e consultorias estratégicas em inovação e design com foco no desenvolvimento. Seu trabalho é reflexo dos mais de 25 anos de atuação, dedicandos ao pensamento crítico do design e seu potencial de transformação. Nos últimos anos tem priorizado projetos que tenham em seu dna o propósito de gerar impactos positivos para a sociedade.

“Acredito no valor do design e, fundamentalmente, no que ele representa em sua origem. É um elemento transdisciplinar que considero que tem o poder para estar no centro das transformações do Brasil e do mundo. Meu objetivo é trabalhar no desenvolvimento de projetos no presente com foco no futuro. Alinhando transformação e inovação ao desenvolvimento humano, econômico, social e ambiental sustentável.” Anderson Falcão

O evento é gratuito, acontece na Rede+ Tancredo Neves, no Edifício Suarez Trade, nº 450, 11º andar.

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Dia 27/09, às 19H,o Ciclo de Ideias do Desing Para Vida, 2018 recebe a Neuropsicopedagoga Caroline Leão para o diálogo do mês de agosto com o tema “Neurociência no Design“. Graduada em Pedagogia Especial, pela UNIBAHIA (2006). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Métodos e Técnicas de Ensino. MBA em Gestão de Recursos Humanos, pela UNIJORGE, Pós Graduanda em Neuropsicopedagogia pela Realiza Projetos Educacionais, em Gestão de Programas e Projetos Sociais pela Estácio de Sá e Gestão em Sustentabilidade, Politica de Desenvolvimento Social. Atua como formadora, instrutora, organizadora com foco numa aprendizagem significativa e no aperfeiçoamento do capital intelectual para o desenvolvimento das pessoas. O evento é gratuito, acontece na Rede+ Tancredo Neves, no Edifício Suarez Trade, nº 450, 11º andar.

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Dia 30/08, às 19h,o Ciclo de Ideias do Desing Para Vida, 2018 recebe o Diretor da Florar Conservação e Sustentabilidade, Volney Fernandes para o diálogo sdo m de agosto com o tema “Inovação e Design para Sustentabilidade“. Graduado em Engenharia Agronômica e especialista em Biologia de Florestas Tropicais, com experiência em planejamento da paisagem, restauração florestal, sistemas agroflorestais e implantação de programas de serviços ambientais. Atualmente é Diretor Executivo da Florar, coordenando ações que promovem o desenvolvimento rural em bases conservacionistas. O evento é gratuito, acontece na Rede+ Tancredo Neves, no Edifício Suarez Trade, nº 450, 11º andar.

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Dia 26/07, as 19h, iniciamos o Ciclo de Ideias do Desing Para Vida, 2018 com Ailton Cardozo e o tema “Governo aberto, inovação social e design jurídico de políticas públicas“. Procurador do Estado da Bahia, advogado, Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Salvador, com mestrado em Regulação da Indústria de Energia pela Universidade Salvador – UNIFACS, além de especialização em Direito da Infraestrutura, Mecanismos de Desenvolvimento e Inclusão Social – Fundação Getúlio Vargas – FGV, São Paulo. É membro do Conselho de Administração da SUDIC (Superintendência de Desenvolvimento Industrial), do Conselho Curador do Irdeb – Instituto de Radiodifusão da Bahia (TVE) e do Conselho Curador da Fundação Cultural do Estado da Bahia. O evento é gratuito e ocorre na Rede+ Tancredo Neves, no Edifício Suarez Trade, nº 450.

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Após 6 anos, o Design Para Vida está de volta a Salvador. Com início no mês de julho, o Ciclo de Ideias Design Para Vida, organizado em parceria com a Rede+, acontece em seis edições no segundo semestre deste ano, sempre na última quinta-feira de cada mês, exceto em dezembro, quando será realizado na segunda semana. O calendário com as datas do Ciclo e convidados será divulgado em breve.

O Ciclo de Ideias Design Para Vida se propõe a refletir sobre potencial do design como um catalisador de mudanças, além de preparar para a Conferência Design Para Vida, Edição 2019, que irá reunir durante três dias, no Rio de Janeiro, vozes do design, pensadores, criativos, transformadores e visionários do Brasil e do mundo.

Os encontros para o Ciclo serão na unidade Rede+ Tancredo, com acesso livre, por meio de inscrições. Anote o endereço: Edifício Suarez Trade, 11º andar, Av. Tancredo Neves, 450, Caminho das Árvores.

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Caravela de bioplástico projetada pela Furf Design Studio utiliza algas para limpar as águas e surge como opção autossuficiente, barata e poética de intervenção urbana.

Dói saber que há pelo menos 20 anos a ciência sabe qual é a maneira mais eficiente e barata de solucionar a poluição orgânica das águas de rios e parques urbanos, e mesmo assim não conseguiu transformar esse conhecimento em realidade. Mas finalmente a história começa a mudar. Em colaboração com o oceanógrafo Bruno Libardoni, que está terminando o doutorado em Geociências na Universidade Federal Fluminense e que já passou por renomadas instituições de ensino na Europa, o premiado estúdio curitibano Furf Design, da dupla Maurício Noronha e Rodrigo Brenner, acaba de sair do forno com a Caravela, uma estrutura despoluidora de corpos de água que é sustentável, eficiente e democrática. E já que a palavra consta no dicionário: revolucionária.

Crédito: Furf Design Studio/Divulgação

A chave está no processo natural de crescimento das algas, que em simbiose com as bactérias, utilizam a poluição da água para acontecer. Por isso, toda a estrutura da embarcação que se move pelo espaço ao redor de um eixo, feita a partir de bioplástico com 10 m² e 3 metros de altura, foi pensada para otimizar o crescimento delas, com velas e elementos submersos que geram turbulência e movimento. Para delimitar o crescimento e impedir um desequilíbrio ambiental, a Caravela recebe uma tela de algas.

Por dia, segundo dados de pesquisas globais, as algas conseguem retirar 10 gramas de Fósforo das águas e geram 350 gramas de alga seca (biomassa). Ao longo de um ano, uma única Caravela pode render 1 tonelada de biomassa. Isso tudo por meio de um processo natural, sem uso de energia convencional e sem custo operacional pesado, como é comum em outras alternativas. “Essa é a honestidade científica do projeto. Não vamos inserir produtos. Vamos utilizar organismos do próprio ambiente. Implementada a Caravela, as algas começam a crescer, a água fica mais clara, com menos poluição. Depois de duas semanas, com crescimento máximo das algas, elas são colhidas e podem virar biocombustível, fertilizante para a agricultura, proteína para industria alimentícia ou bioplástico para construir mais caravelas“, celebra Libardoni.
A peça conta ainda com painéis solares que irão gerar energia elétrica para alimentar luzes de LED vermelhas e azuis que permitirão uma fotossíntese contínua durante a noite, aumento o potencial de crescimento das algas em até 40%.

Confira no esquema abaixo o funcionamento da Caravela

Crédito: Furf Design Studio/Divulgação

 

A peça tem ainda sensores que permitem saber as condições da água em tempo real. “As pessoas podem caminhar dentro dos parques, identificar a Caravela e obter os dados que quiserem. Isso é mais democrático e transparente do que só confiar em dados oficiais”, contam os designers.
Além de toda a solução despoluidora, a Caravela é uma intervenção urbana poética. “O movimento é quase como um balé, hora assumindo o formato de uma gota e outras vezes de barquinho caricato de origami”, brinca Brenner. O próprio nome e forma da estrutura nascem com ginga poética. “Na época das caravelas, tantos vieram aqui explorar para descobrir novos mundos. Hoje não existem mais mundos físicos a serem descobertos, mas novos mundos mentais, modelos de pensamento, percepções, consciências”.

Crédito: Furf Design Studio/DivulgaçãoO intuito é aplicar o projeto primeiro em Curitiba. O teste piloto em águas deve acontecer dentro de três meses, aproximadamente, depois de novos aprimoramentos. Os designers ainda avaliam o preço da primeira caravela. Por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a Prefeitura de Curitiba já sinalizou que apoia a iniciativa em seus parques.

Crédito: Furf Design Studio/Divulgação

 

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br

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Com as linhas triangulares, inspirada no principio da engenharia de treliças, que dá forma ao quadro da sofisticada AstanBike, nasce o design da primeira bicicleta brasileira sustentável e ecológica, produzida da fibra de madeira de oiticica, criada em 2014 pelos designers capixabas, Guilherme Pella e Nícolas Rutzen. Um produto com conceito contemporâneo, inspirado no minimalismo atual e nas linhas orgânicas remetendo à formas naturais e à fibra.

A AstanBike “resgata a integração entre o homem e o meio ambiente. Além da grande beleza e inovação no design.” Afirma Guilherme Pella, CEO e sócio-diretor da marca.

A bicicleta é lançada num momento onde o consumidor pede, cada vez mais, por produtos ecológicos que estejam alinhados com design e funcionalidade. “Os produtos sustentáveis e reciclados não podem mais ter aquela aparência de lixo reaproveitado. Pelo contrário, a beleza está na utilização de produtos orgânicos e de reciclagem numa ambientação e design que passa por um lifestyle”, comenta Nicolas Rutzen, CPO responsável pela AstanBike.

A partir da escolha da madeira é feito todo o processo de preparação da fibra da madeira para o corte das peças em, como um grande quebra-cabeças, seguido pelo processo de revestimento da lâminas, utilizando resina de mamona vegetal, 60% menos tóxica em relação a resina epóxi e com uma maior poder de impregnação na madeira, potencializando a vida útil da estrutura, protegendo contra radiação solar e intempéries, razão da alta resistência do produto e sua estrutura de construção. O quadro oco permite a bicicleta leveza tanto em suas linhas de desenho quanto no aspecto físico, com peso total bruto entre 8 e 10 quilos contra os 15 a 18 quilos das tradicionais em alumínio. Mas a Astan não para e continua investindo em inovação e tecnologia. “Nosso desejo é chegar a uma Astan pesando de 3 a 7 quilos.” Afirma Guilherme.

Das sobras para produção dos quadros, as fibras são utilizadas pra produção dos descansos, pedais, acessórios e chaveiros com o desenho do quadro, gerando um aproveitamento cerca de 80 a 90% da sobra do corte. Guidões e garfos são laminas prensadas com angulação e ergonomia apropriadas para atender a resistência perfeita e confortabilidade do usuário.

Todo nosso processo se inicia na escolha dos matérias, como nosso caso é 90% madeira, pesquisamos bastante ao longo de um ano vários tipo de madeira, como mogno e bambu, que são utilizados na maior parte das bicicletas em fibras naturais no mundo. A escolha da Oiticica, madeira de lei utilizada na fabricação do produto, veio por diversas razões, dentre elas ser uma árvore abundante, não estando em extinção, além de ser uma madeira nativa do Brasil, mais
predominantemente no norte e nordeste do pais. Na sequencia selecionamos as madeireiras com selos e certificação. Todo processo é cuidado e pensado para proporcionar um controle qualificado da cadeia produtiva.

Para produção de cada Astan usamos menos que 1% de uma árvore. O que significa que uma árvore de oiticica tem capacidade para produzir 120 bicicletas. Ainda assim está nos planos da Astan criar um
programa de replantio de árvores de Oiticica. Para cada AstanBike vendida a empresa vai plantar uma árvore de oiticica. “Ao replantar uma nova árvore para cada bicicleta vendida, estamos falando em um fator de mais de 100 vezes de reflorestamento.” Destaca o designer Nicolas.

Design, Tecnologia, Sustentabilidade e Inovação é o que está na base do conceito e visão da AntanBike e seus criadores. É a concepção do futuro, resgatando
a integração entre o homem e o meio. “Engajamento e visão de futuro que corre no sangue de um Astaniano.” Diz no release da AstanBike

Para Guilherme, o design é algo vital para transformação social. “Vejo design em tudo, independente da crença que cada um tem, fomos de alguma forma moldados, como fruto de um design. Me impacta muito quando designers pelo mundo criam projetos que ajudam a superar problemas, para enchentes, falta de água ou campos de refugiados, por exemplo. O design não resolve apenas problemas de um produto físico mas se expande para todas as áreas da vida. Acredito que o design deveria ser ensinado nas escolas desde o ensino fundamental. Pois, entendo que isso ajudaria a esses indivíduos a se tornarem jovens e adolescentes com maior capacidade e potencial de resolver seus problemas, maior facilidade e habilidade instrucional, em qualquer esfera da sociedade.”

Enquanto falava da AstanBike inevitavelmente se reflete quanto a design, sustentabilidade e responsabilidade social. E a conversa com o Guilherme, CEO da Marca, só reforça a visão e o comprometimento da empresa. “Acredito que o peso que o design como agente social é enorme pois, pode ser um líder a frente desse campo. Design para mim é solução de problemas. Design é política e pode contribuir para mudanças sistêmicas nas cidades. Vejo o design como uma chave para um futuro agora porque ele tem a capacidade de unir interesses, disciplinas em um objetivo comum, multidisciplinar, um agregador com potencial para fazer um pacto para atrair uma nova era para o Brasil e o mundo de mudanças que podem impactar de fato na qualidade de vida das pessoas.”

A AstanBike já nasce moderna e certa do seu comprometimento. Enxergando que sua postura ética contribuir para economia criativa local e gerar automaticamente impactos sociais e econômicos reais para o seu estado. Como bem disse Guilherme “design no meu estado é como um diamante bruto a ser lapidado.”

A marca é o resultado de investimento, abnegação, resiliência, criatividade e inovação. Já é uma referência em no estado e, só isso, já uma super vitória. Estão inspirando jovens, estudantes de design a não enterrarem seus sonhos e projetos. Acreditando que o design tem o poder gigantesco de mudar as coisas.

A Astan só está a venda pela internet no momento. Aos amantes das bicicletas, do design, do estilo e da ecologia, a empresa está dando um desconto de lançamento de 20%, que pode ser encontrada em www.astan.co

Vida longa a AstanBike.

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Está chegando ao Brasil a Dooper UP, uma garrafa para água 100% sustentável. Nascida na Holanda em 2010 a Popper é uma empresa B certificada. Fazem parte do um movimento global das chamadas empresas B, no qual pessoas se utilizam da força dos negócios para causar impacto positivo.

Captaneada pela holandesa radicada no Brasil, Ellen Sluis, o projeto nasceu em 2015 de um encontro inusitado no Brasil com o CEO e fundador da Dopper Merijn Everaarts. “Inicialmente a ideia era trabalhar em parceria com projetos urbanístico-ambientais com foco na gestão de resíduos, poluição, no complexo do alemão” lembra Ellen. A ideia acabou não avançando e ela, se tornando embaixadora da Dopper no Brasil.

Da vinda para o Brasil, durante as olimpíadas, a princípio para chamar atenção a respeito do lixo marinho, acabou nascendo a idéia de produzir o produto aqui. Projeto pioneiro para empresa que ainda concentra toda a sua produção na Holanda.

A empresa tem como foco, a redução do descarte de plástico e o aumento do consumo de água filtrada, tanto para o consumidor final quanto em comunidades carentes.

Segundo Merijn “A Dopper é uma empresa social e nós estamos aqui para causar um impacto positivo, não pensamos somente no lucro. Ainda há muito a se fazer em relação ao conhecimento sobre a poluição do uso de plástico descartável e o acesso à água limpa no Brasil, por isso esse país é tão interessante para a Dopper, que tem a missão de levar mensagens de consciência ambiental. Foi muito difícil para mim imaginar que um país como o Brasil, que tem uma das maiores reservas de água doce no mundo, ainda não consegue abastecer uma parte da população com água filtrada.”

A privatização da água engarrafada em plástico causa impactos irreparáveis desde as fontes, passando pela água que bebemos até os oceanos. É urgente repensar de forma circular essa lógica. Ainda segundo Merijn, “a água da torneira não está disponível em todos os lugares ao redor do planeta, nem mesmo no Brasil, que conta com a maior reserva de água doce do mundo, e ainda assim, não há consciência suficiente sobre a poluição de plástico.” Por essa razão 5% de todos os rendimentos brutos obtidos com as vendas das garrafas são reservados a Fundação Dopper, que tem a missão de oferecer acesso à água filtrada para o máximo de pessoas no mundo, fornecer educação, por meio de palestras, seminários e atividades externas, como também investir os projetos de água e saneamento no Nepal, em comunidades remotas com escassez de água potável. Olhando do ciclo da água da fonte ao consumo e trabalhando para a fim do uso da água envasada em plástico. Além disso através do Dopper Academy, a empresa investe em pesquisadores pelo mundo que trabalham com pesquisa sobre lixo marinho, consumo consciente, impacto do plástico, a exemplo do investimento em uma pesquisa com uma bactéria capaz de digerir as moléculas do plástico o transformando em biodegradável.

Com o projeto do crowdfunding a Dopper está chegando ao Brasil, inovando com o primeiro produto fabricado fora do seu país de origem e a primeira Dopper feita a partir de plástico reciclado. Preocupada com todo o seu ciclo de produção, a fabricação da garrafa está estabelecendo toda uma lógica de produção, desde a coleta do resíduo. Estabelencendo parcerias com coletivos e cooperativas de coleta, passando pela rastreabilidade da resina necessária para produção de produtos em contato com alimentos, certificação, até a conscientização social, educação ambiental para limpeza de rios e oceanos e redução da poluição das águas.

“Desde a vinda da Dopper para o Brasil, tive vontade de implementar o projeto da Dopper por completo aqui e fazer uma inovação no material da garrafa, fazendo ela a partir de PET reciclada. Iniciamos o crowdfunding para esse projeto se tornar realidade aqui no Brasil.” Diz Ellen.

A Dopper não quer ser apenas qualquer garrafa de plástico, quer ser uma marca com uma missão. E tem o objetivo alcançar um mundo em que as pessoas sejam conscientes do meio ambiente em que vivem, onde a quantidade do uso de plástico descartável seja reduzida, e onde todos, próximos e distantes, tenham acesso à água potável. É por isso também que a Dopper é uma B Corporation. “nós não queremos apenas ser os melhores do mundo, mas especialmente o melhor PARA o mundo.”

Na visão do seu fundador “O design pode mudar qualquer coisa. Eu me inspiro no design e eu acho que fazendo belos produtos de design, que são feitos com e para um mundo consciente. Podemos inspirar as pessoas a utilizar apenas esses produtos na vida diária.”

É hora de nos engajarmos coletivamente e contribuirmos para o inicio da produção da Dopper no Brasil. Vamos com a gente?

Crowndfunding: www.benfeitoria.com/dopperup
Site Oficial: www.dopper.com.br

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O fundador do DESIGN PARA VIDA, Anderson Falcão, participa da próxima edição da Feira Viva, evento que integra a programação da São Paulo Design Weekend 2017. A convite ADP – Associação dos Designers de Produto com apoio institucional do IED – Instituto Europeu de Design, um importante tema ambiental será debatido – “Madeira, o diamante de um futuro próximo”, com as participações do designer Hugo França, do botânico e paisagista Ricardo Cardim, do agricultor e especialista em manejo Patrick Assumpção, e Anderson Falcão, sob mediação de Natasha Schlobach. A mesa ocorre no dia 12 de agosto, sábado, às 15h30, durante a Feira Viva, no auditório do Parque da Água Branca.

Após o grande sucesso da primeira edição, realizada no Mube, a Feira Viva edição de Inverno apresenta alimentos com inspiração na história de ocupação do homem através dos tempos, em diversos territórios Brasil adentro, ligados ao nascimento da civilização com a descoberta do fogo, opondo o cru ao cozido.

Durante um dia inteiro, produtores rurais expõem seus produtos na feira livre aberta ao público. O consumidor tem a oportunidade de comprar direto do produtor e experimentar pratos da alta gastronomia preparados por chefs renomados, que também participam de painéis.

Feira Viva
www.feiraviva.com.br
Local: Parque da Água Branca, Avenida Francisco Matarazzo, 455
Data: de 12 de agosto, sábado
Horário: das 10h às 21h
Entrada livre

Fonte: ww.ied.edu.br

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Nesta quarta-feira, 05 de julho, o programa Roda Baiana, na Rádio Metrópole FM, Salvador, recebeu os Designers Anderson Falcão, fundador do Design para Vida, Nemo Sampaio e o arquiteto e designer Manuel Bandeira conversando sobre design, aspectos do oficio, papel social do designer e sobre o Design para Vida, num papo descontraído dirigido pelo radialista, produtor, diretor teatral baiano e diretor da Fundação Gregório de Matos Fernando Guerreiro.

Confira aqui o Programa na íntegra.

 

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