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Encerrando as atividades do Design Para Vida em 2018, estaremos realizando a Edição Especial Happy Hour, do Ciclo de Ideias Design Para Vida, organizado em parceria com a Rede+, após a realização de seis edições no segundo semestre deste ano, o calendário do Ciclo, recebeu convidados como Ailton Cardoso Jr, Advogado e Procurador do Estado da Bahia, Volney Fernandes, Engenheiro Agrônomo, Caroline Leão, Neuropsicopedagoga, a pós-doutora em design e arquitetura Suzi Mariño e para encerrar e celebrar o lindo ano de 2018 estaremos realizando esta edição especial na Barra com a participação do Administrador, líder do ecossistema empreendedor, Fundador e CEO da Rede+, Líder da Anjos do Brasil na Bahia e Mentor de Startups Rodrigo Paolilo e do nosso fundador e designer Anderson Falcão. O Ciclo de Ideias Design Para Vida se propõe a refletir sobre potencial do design como um catalisador de mudanças, além de preparar para a Conferência Design Para Vida, Edição 2019, que irá reunir durante três dias, no Rio de Janeiro, vozes do design, pensadores, criativos, transformadores e visionários do Brasil e do mundo. Este encontro para o Ciclo serão na unidade REDE+ BARRA, com acesso livre, por meio de inscrições.

O evento é gratuito, acontece na Rede+ Barra, Av. Sete de Setembro, 3959, Barra, Salvador, Bahia (Atrás do Restaurante Pereira)

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Encerrando as atividades do Design para vida este ano, no dia 13/12 (quinta-feira), às 19H, o  Ciclo de Ideias do Design Para Vida, 2018 recebe a Doutora Suzi Maria Carvalho Mariño, Pós-Doutorado em Design pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro em 2007; Doutorado e Mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo em 2005 e 2000 respectivamente. Pós-Graduada em Metodologia do Ensino Superior em 1991, em Design de Produtos em 2002 e em Atividade Física e Saúde em 2004. Atualmente é avaliadora do Sistema Nacional de Avaliação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, consultora “ad hoc” da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB, do Ministério da Educação e Cultura – MEC e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. Foi presidente da Associação de Ensino Pesquisa de Nível Superior de Design do Brasil – AEnD-BR no triênio 2002/2005 e membro da Comissão Assessora de Avaliação da Área de Design – ENADE, do INEP/MEC no período de 2006 a 2015. Professora de Ikebana (Arte oriental) da Fundação Mokiti Okada; Professora Titular aposentada da Universidade do Estado da Bahia e Professora Associada da Universidade Federal da Bahia. Professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais – PPGAV da Escola de Belas Artes da UFBA. Professora de Ergonomia e Metodologia Cientifica em Pós-Graduações em Medicina do Trabalho, Enfermagem do Trabalho e Engenharia de Segurança. Professora de Ergonomia, Metodologia do Projeto em Design e Metodologia Cientifica em Pós-Graduações de Design Estratégico, de Moda, Produto e Interiores. Atua na área de Design, com ênfase em Ergonomia e Design Emocional. Em suas atividades profissionais interagiu com mais de 29 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Tem dedicado suas pesquisas à processos criativos no desenvolvimento de produtos de design focando questões emocionais, além dos requisitos ergonômico, técnicos e estético buscando entender como produtos e/ou marcas despertam emoções positivas ou negativas em seus usuários. 

O evento é gratuito, acontece na Rede+ Tancredo Neves, no Edifício Suarez Trade, nº 450, 11º andar.

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Linha do tempo digital sobre o movimento Esdi Aberta e a crise da UERJ em 2017

Em 2017 a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) , que é financiada pelo Governo do Estado, sofreu, de modo árduo e inédito, com a ausência de condições mínimas para manter suas atividades regulares. O atraso no pagamento de bolsas de estudo e do salário de professores e técnicos, além da subtração de verbas destinadas à manutenção e à infraestrutura, culminaram em greves, períodos de suspensão das atividades letivas, instabilidade e incerteza. A Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), que consiste em uma unidade acadêmica da UERJ, foi diretamente impactada.

Frente à crise da UERJ – e, portanto, da Esdi – alunos, ex-alunos, professores, servidores e voluntários se dedicaram a articular modos de manter a escola ativa. Ao longo do ano de 2017, em um movimento denominado Esdi Aberta, foram experimentadas alternativas de gestão, ensino e troca de conhecimento ante à instabilidade e aos desafios que surgiam com frequência.

A dissertação de mestrado de Juliana Paolucci – defendida na Esdi em 2018, orientada por Zoy Anastassakis e coorientada por Marcos Martins – teve como tema o movimento Esdi Aberta. A partir dos insumos obtidos na pesquisa de campo, e seguindo o objetivo de documentação e publicação do movimento, foi construído o mapeamento Esdi Aberta 2017: uma linha do tempo digital que apresenta acontecimentos e atividades desenvolvidas na escola no referido ano, independentemente da grade curricular oficial. Constam também os principais marcos quanto à crise financeiro-administrativa do Estado do Rio de Janeiro e a crise da UERJ. Deste modo, visa-se registrar e divulgar como foram ensaiados meios coletivos de (r)existência da Esdi em um momento no qual a existência da escola foi posta à prova.

Acesse o mapeamento Esdi Aberta 2017 aqui:
https://esdiaberta2017.wixsite.com/linhadotempo

Fonte: ESDI

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exploração pura – procura de sinais, de elementos – novas conexões

Em 2017 iniciamos um projeto de parceria entre o Instituto Leo e o Núcleo Exploratório do IED Brasil, a ideia era levar mais design para o curso do Leo Educa. A experiência foi muito boa, conseguimos envolver a empresa Eucatex e nos propusemos pensar uma nova geração de móveis de produção industrial, móveis multifuncionais para espaços reduzidos. Para atender a nova demanda de “habitação social”, espaços de até 30m2 em prédios de mais de 100 unidades, voltadas exclusivamente para aluguel.

O briefing é um primeiro e grande desafio, e logo entendimos que pensar em mudanças e uma constante da historia da sociedade, nos propusemos uma situação ideal. Pensar o mobiliário residencial das próximas décadas. Para isto, decidimos olhar o que aconteceu nos últimos 100 anos. O exercício foi muito muito inspirador e o apresentamos em forma de uma exposição, que é, ao mesmo tempo, uma provocação e uma homenagem, hackeando os mestres do passado em busca de respostas, a partir da abordagem do design.

Qual a etapa anterior à descoberta?, partimos deste questionamento. E descobrimos que a resposta é a exploração pura, a procura de sinais, de elementos, que conectados com as ideias de cada um de nós, disparem novas formas de desenhar e produzir móveis.

Essa pesquisa exploratória recusa as respostas prontas, as falsas tendências, as certezas de prateleira, para investigar, identificar, diagnosticar, desenvolver, prototipar, testar, corrigir e finalmente lançar uma coleção de mobiliário que tire proveito de todas as características físicas do material utilizado, incorporando inovação tecnológica na produção em grandes series, democratização do design e possibilitando ao usuário a customização da criação e uso do móvel em seus espaços de habitação.|

link do relatório hibridos hack

Christian Ullmann
Coordenador de projetos
Centro de Inovação do IED Brasil

Fonte: iT Projetos

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Dia 25/10, às 19H, o Ciclo de Ideias do Desing Para Vida, 2018 recebe o Designer, Fundador do Design para Vida Anderson Falcão para o bate-papo do mês de outubro com o tema “Design para Vida. Design, Educação Desenvolvimento“. baiano, designer por descendência, vocação e formação. Formado em Comunicação Social, é mestrando em Artes Visuais/Design pela EBA-Escola de Belas Artes da UFBA – Universidade Federal da Bahia. Atua no planejamento de projetos e consultorias estratégicas em inovação e design com foco no desenvolvimento. Seu trabalho é reflexo dos mais de 25 anos de atuação, dedicandos ao pensamento crítico do design e seu potencial de transformação. Nos últimos anos tem priorizado projetos que tenham em seu dna o propósito de gerar impactos positivos para a sociedade.

“Acredito no valor do design e, fundamentalmente, no que ele representa em sua origem. É um elemento transdisciplinar que considero que tem o poder para estar no centro das transformações do Brasil e do mundo. Meu objetivo é trabalhar no desenvolvimento de projetos no presente com foco no futuro. Alinhando transformação e inovação ao desenvolvimento humano, econômico, social e ambiental sustentável.” Anderson Falcão

O evento é gratuito, acontece na Rede+ Tancredo Neves, no Edifício Suarez Trade, nº 450, 11º andar.

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Dia 27/09, às 19H,o Ciclo de Ideias do Desing Para Vida, 2018 recebe a Neuropsicopedagoga Caroline Leão para o diálogo do mês de agosto com o tema “Neurociência no Design“. Graduada em Pedagogia Especial, pela UNIBAHIA (2006). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Métodos e Técnicas de Ensino. MBA em Gestão de Recursos Humanos, pela UNIJORGE, Pós Graduanda em Neuropsicopedagogia pela Realiza Projetos Educacionais, em Gestão de Programas e Projetos Sociais pela Estácio de Sá e Gestão em Sustentabilidade, Politica de Desenvolvimento Social. Atua como formadora, instrutora, organizadora com foco numa aprendizagem significativa e no aperfeiçoamento do capital intelectual para o desenvolvimento das pessoas. O evento é gratuito, acontece na Rede+ Tancredo Neves, no Edifício Suarez Trade, nº 450, 11º andar.

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Dia 30/08, às 19h,o Ciclo de Ideias do Desing Para Vida, 2018 recebe o Diretor da Florar Conservação e Sustentabilidade, Volney Fernandes para o diálogo sdo m de agosto com o tema “Inovação e Design para Sustentabilidade“. Graduado em Engenharia Agronômica e especialista em Biologia de Florestas Tropicais, com experiência em planejamento da paisagem, restauração florestal, sistemas agroflorestais e implantação de programas de serviços ambientais. Atualmente é Diretor Executivo da Florar, coordenando ações que promovem o desenvolvimento rural em bases conservacionistas. O evento é gratuito, acontece na Rede+ Tancredo Neves, no Edifício Suarez Trade, nº 450, 11º andar.

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Dia 26/07, as 19h, iniciamos o Ciclo de Ideias do Desing Para Vida, 2018 com Ailton Cardozo e o tema “Governo aberto, inovação social e design jurídico de políticas públicas“. Procurador do Estado da Bahia, advogado, Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Salvador, com mestrado em Regulação da Indústria de Energia pela Universidade Salvador – UNIFACS, além de especialização em Direito da Infraestrutura, Mecanismos de Desenvolvimento e Inclusão Social – Fundação Getúlio Vargas – FGV, São Paulo. É membro do Conselho de Administração da SUDIC (Superintendência de Desenvolvimento Industrial), do Conselho Curador do Irdeb – Instituto de Radiodifusão da Bahia (TVE) e do Conselho Curador da Fundação Cultural do Estado da Bahia. O evento é gratuito e ocorre na Rede+ Tancredo Neves, no Edifício Suarez Trade, nº 450.

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Após 6 anos, o Design Para Vida está de volta a Salvador. Com início no mês de julho, o Ciclo de Ideias Design Para Vida, organizado em parceria com a Rede+, acontece em seis edições no segundo semestre deste ano, sempre na última quinta-feira de cada mês, exceto em dezembro, quando será realizado na segunda semana. O calendário com as datas do Ciclo e convidados será divulgado em breve.

O Ciclo de Ideias Design Para Vida se propõe a refletir sobre potencial do design como um catalisador de mudanças, além de preparar para a Conferência Design Para Vida, Edição 2019, que irá reunir durante três dias, no Rio de Janeiro, vozes do design, pensadores, criativos, transformadores e visionários do Brasil e do mundo.

Os encontros para o Ciclo serão na unidade Rede+ Tancredo, com acesso livre, por meio de inscrições. Anote o endereço: Edifício Suarez Trade, 11º andar, Av. Tancredo Neves, 450, Caminho das Árvores.

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Caravela de bioplástico projetada pela Furf Design Studio utiliza algas para limpar as águas e surge como opção autossuficiente, barata e poética de intervenção urbana.

Dói saber que há pelo menos 20 anos a ciência sabe qual é a maneira mais eficiente e barata de solucionar a poluição orgânica das águas de rios e parques urbanos, e mesmo assim não conseguiu transformar esse conhecimento em realidade. Mas finalmente a história começa a mudar. Em colaboração com o oceanógrafo Bruno Libardoni, que está terminando o doutorado em Geociências na Universidade Federal Fluminense e que já passou por renomadas instituições de ensino na Europa, o premiado estúdio curitibano Furf Design, da dupla Maurício Noronha e Rodrigo Brenner, acaba de sair do forno com a Caravela, uma estrutura despoluidora de corpos de água que é sustentável, eficiente e democrática. E já que a palavra consta no dicionário: revolucionária.

Crédito: Furf Design Studio/Divulgação

A chave está no processo natural de crescimento das algas, que em simbiose com as bactérias, utilizam a poluição da água para acontecer. Por isso, toda a estrutura da embarcação que se move pelo espaço ao redor de um eixo, feita a partir de bioplástico com 10 m² e 3 metros de altura, foi pensada para otimizar o crescimento delas, com velas e elementos submersos que geram turbulência e movimento. Para delimitar o crescimento e impedir um desequilíbrio ambiental, a Caravela recebe uma tela de algas.

Por dia, segundo dados de pesquisas globais, as algas conseguem retirar 10 gramas de Fósforo das águas e geram 350 gramas de alga seca (biomassa). Ao longo de um ano, uma única Caravela pode render 1 tonelada de biomassa. Isso tudo por meio de um processo natural, sem uso de energia convencional e sem custo operacional pesado, como é comum em outras alternativas. “Essa é a honestidade científica do projeto. Não vamos inserir produtos. Vamos utilizar organismos do próprio ambiente. Implementada a Caravela, as algas começam a crescer, a água fica mais clara, com menos poluição. Depois de duas semanas, com crescimento máximo das algas, elas são colhidas e podem virar biocombustível, fertilizante para a agricultura, proteína para industria alimentícia ou bioplástico para construir mais caravelas“, celebra Libardoni.
A peça conta ainda com painéis solares que irão gerar energia elétrica para alimentar luzes de LED vermelhas e azuis que permitirão uma fotossíntese contínua durante a noite, aumento o potencial de crescimento das algas em até 40%.

Confira no esquema abaixo o funcionamento da Caravela

Crédito: Furf Design Studio/Divulgação

 

A peça tem ainda sensores que permitem saber as condições da água em tempo real. “As pessoas podem caminhar dentro dos parques, identificar a Caravela e obter os dados que quiserem. Isso é mais democrático e transparente do que só confiar em dados oficiais”, contam os designers.
Além de toda a solução despoluidora, a Caravela é uma intervenção urbana poética. “O movimento é quase como um balé, hora assumindo o formato de uma gota e outras vezes de barquinho caricato de origami”, brinca Brenner. O próprio nome e forma da estrutura nascem com ginga poética. “Na época das caravelas, tantos vieram aqui explorar para descobrir novos mundos. Hoje não existem mais mundos físicos a serem descobertos, mas novos mundos mentais, modelos de pensamento, percepções, consciências”.

Crédito: Furf Design Studio/DivulgaçãoO intuito é aplicar o projeto primeiro em Curitiba. O teste piloto em águas deve acontecer dentro de três meses, aproximadamente, depois de novos aprimoramentos. Os designers ainda avaliam o preço da primeira caravela. Por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a Prefeitura de Curitiba já sinalizou que apoia a iniciativa em seus parques.

Crédito: Furf Design Studio/Divulgação

 

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br

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